"...E lá, Onde imaginávamos viajar para longe, iremos ter ao centro da nossa própria existência. Onde pensávamos estar sós, estaremos na companhia do mundo todo." Joseph Campbell
quarta-feira, 6 de janeiro de 2021
Passados tantos anos, passadas tantas coisas e, sem tempo para outras tantas.
E no final, eu sou eu mais eu mesma quando escrevo. Escrever é a minha forma de gritar silenciosamente... de prazer ou de dor.
sexta-feira, 5 de junho de 2020
Já faz 84 anos....
Depois de tanto tempo da criação do Blog, senti vontade de escrever alguma coisa que sei lá onde vai dar...
Estou em quarentena desde o dia 19 de março.
Estes dias tem sido um misto de saco cheio com a vontade de ficar "quarentenada"para sempre. Refleti sobre várias coisas e houve momentos também pensei na morte, no luto para quem fica, no significado dos sentimentos quando tudo muda, tudo se perde..
Tem sido dias de claras transformações sociais e individuais. Socialmente falando, eu acho que fascista tem que morrer hahahahaha, individualmente falando eu só quero a paz no mundo. É foda esse misto de sentimentos.
No entanto, conforme a Gabi comentou em seu post, não dá para fechar os olhos para quem não está confortável em sua linda casa podendo manter distância de um metro e meio de outra pessoa.
Mas nesses dias tão intensos, eclode toda a fúria e também toda a mágoa reprimida construída pela história da humanidade. E eu, simplesmente não sei lidar. Tento, mas não sei.
Falo de todo o tipo de violência contra as minoridades de forma geral.
O bordão de um tempo atrás "PARE O MUNDO QUE EU QUERO DESCER", foi tão clamado que o mundo realmente parou e agora desce muitas situações goela abaixo.
De tudo, a gente tenta tirar algo de bom dessa quarentena: alguns fizeram cursos, estão cuidando mais do corpo, da mente e eu só como doce, salgado, salgado, doce... e bebo coca.
Não vou negar, não fiz plano nenhum para aproveitar o me tempo livre. Assisti série e isso é uma vitória porque eu não via nada além do que o direito trás nos últimos dois anos.
Conversar com meus amigos estava sendo muito bom também. Ainda é, mas de repente descobri que há vida fora da internet, fora do mundo, mas entre as novas técnicas de cuidar do cabelo, da pele e do espírito hahahahaha. Cuidar das plantinhas de casa, passar a mão no pêlo macio do meu gatinho e tomar banho com mais calma (eu já demorava hahahahah). Eu escrevo essa "tranquilidade"da minha vida com certa culpa decorrente da falta de uma vida mais digna para muitas pessoas. E olha que minha vida nem é tão digna assim, minha vida também é foda. Porém, não me conforta olhar para o lado e ver outra mais foda ainda. Por outro lado, percebo meu egoísmo de querer me sentir bem, nao sei se me entendem...beleza que tem uma cota de autossabotagem e sentimento de não merecimento da minha vida, mas olha só como tentei dizer algo bom e voltei para o mesmo ponto: a desigualdade ... isso mata mais que o coronga.
Foi mal, fui escrevendo o que estava em minha mente hahahaha. "vocês que lutem"para entender hahahah, e viva o bordão da época.
Hoje eu abracei todos os meus ausentes, que vivem tão intensamente em minha memória.
Faz 17 anos que minha mãe faleceu. Tantas coisas mudaram...
Fazia um tempo que não ia na cerimônia de "Shokô" (oferecimento de incenso em oração budista aos falecidos).
Primeiramente, eu gostei muito das orientações do Sr. Maehara que, em tom leve orientou a todos sobre o sentido e o sentimento da construção do lindo Palácio Memorial da Paz Eterna, bem como o oferecimento das nossas orações. Uma curiosidade é que, após carinhosamente agradecer a presença de todos, e em especial, pessoas que não eram budistas pela consideração de partilhar o momento, ele disse que cada um poderia fazer e oferecer seu sentimento ao seu modo e conforme suas crenças. Achei extremamente valoroso. Acredito que a convicção aumenta quando não há imposição.
Secundariamente, um filme se passou em minha cabeça ao ver a emoção do meu pai ao ler o nome de minha mãe no nicho da sala cinerária. Quanta saudade! Quanto amor!
Lembrei que alguns anos após a sua morte, eu participei de uma atividade budista e calhou de poder visitar o cinerário sozinha. Eu sentei no chão e fiquei na altura do nicho, em silêncio. Chorei de saudade, mas percebi o quanto havia vivido bem... e agradeci.
Ainda este ano fiz o mesmo com meus amigos Rick e Wangler. Um pouco antes de prestigiar a concessão de Gohonzon do nosso amigo Job, fomos ao palácio memorial.Só havia nós três.
Acompanharam-me até o nicho de minha mãe e depois cada um visitou o nicho de seus familiares. Após, sentamos na sala de oração, mas não oramos. Ficamos em silêncio. Um silêncio cúmplice de ... fique só, mas eu estou aqui"... e o silêncio tão acolhedor me deu vontade de chorar e chorei ahahaha. Não sei quanto tempo durou, mas este momento está gravado profundamente em meu coração.
A morte, por óbvio, é forte válvula do passado. Por este motivo, remeto-me a profundas reflexões:
Tudo o que eu vivi foi o que quis até agora? Perdi tempo? Me enganei ou me deixei enganar? Segui meu instinto? Me envolvi com outros instintos (hummmmm)? Confundi sentimentos? Errei ou acertei mais? E o principal: Estou fazendo jus ao que pretendo no futuro? Estou fazendo jus ao amor dos entes que não mais estão aqui? Estou vivendo? Piegas porém, relevante.
E aí eu percebo que algo milagroso acontece agora e a todo o momento. Entorpecida entre a minha realidade e anseios e sem que eu perceba, algo está acontecendo. E eu só vou me dar conta quando virar passado sobre o quanto foi especial, o quanto foi essencial. Mas o passado é morto.
Desta forma, consegui aquietar minha mente e sentir todas as minhas lembranças e um insight de que tudo o que acontece, sem maniqueísmo... é mágico, lindo e morre.
Nesse espacinho de tempo, o aproveitamento máximo vai ser o gatilho da nossa vontade de viver tudo o que pudermos, porque a faísca que é a nossa vida pode se apagar até antes do final deste meu escrito.
O que nos resta é saber se eu cuidei bem de mim e de quem eu amo.Se eu ri e chorei o suficiente, se bebi e vi o suficiente, se senti o suficiente para compreender a importância de cada segundo da vida que neste instante já morreu.
E antes que pense: E você perdendo tempo aqui escrevendo???
Creio que dá para entender que estou vivendo, escrevendo, refletindo... então é este o meu momento mágico de palavras cujas não escritas agora, jamais seriam as mesmas, seriam natimortas.
Vem cá, me dá um abraço e vamos trocar energia para aquecer nossas almas :)
Era uma vez uma menina...
Ela foi muito desejada pela sua mãe, sendo assim, muito amada quando chegou a este mundo. Ela sabe que houve casos de ciúmes de seus irmãos, mas na maioria das vezes, foi muito protegida por eles.
A sua infância foi bem pobre (não que este fato tenha mudado hoje), mas hoje ela percebe que a pobreza da época foi mais marcante do que atualmente tanto pelo momento histórico e econômico, quanto por ser criança.
Houve períodos de muita pobreza mesmo, de faltar alimentos e essa mãe chorava por isso. Achava que os filhos não sabiam, mas criança sabe... e criança sente. O pai, mais reservado, deve ter sofrido muito também. No entanto, nunca faltou amor... e valor. Esses sentimentos são tão... apagados hoje em dia.
Esse ciclo se repete vez ou outra. Karma talvez... mas essa é a história da minha vida. É a história dos meus.
O título supracitado vem de outra história real também e que me proporcionou um outro olhar sobre os meus pais, meus irmãos, minha família, pessoas próximas, folgas e abusos decorridos que eu só fui me dar conta quando adulta, esforços, amor, companheirismo, amizade e animalidade, por que não? Afinal, onde se vivem irmãos há sempre um rastro de selvageria hahahaha.
Vamos ao filme:
Foi indicado pelo meu amigo Rick.
Trata-se de uma história real como já dito, da jornalista Jeannette Walls. Sem grandes surpresas, porém com algumas cenas que considero pesadas, o filme mostra sua infância com seus irmãos e pais nômades, de extrema miséria e algumas negligências, promessas nunca cumpridas e vontades simples ao passo da impotência que a realidade impunha, fome. É um filme de doer que até chorei.
Além disso, há o plano de fundo dos sentimentos como todo filme de drama: amargura, tristeza, saudade, dúvidas, lembranças tão doloridas quanto doces, e vontade de mudar ou não.
Eu consigo compreender o ponto de vista da protagonista e sua mudança como se fosse eu que estivesse passando por aquilo. Chega a ser mágico o silêncio que tudo explica.
Embora meu pai não seja alcoólatra ou fumante e minha mãe tenha sido mais responsável (amém), eu também, conforme fui crescendo, vi que meus pais erravam. Pois antes o que minha mãe dizia era lei, era a verdade não passível de questionamentos. Seus erros foram como traição para mim. Era a pior das injustiças porque, na minha cabeça, só os filhos poderiam errar. Sorte a minha, vi que meus pais são humanos pouco antes da adolescência, o que me livrou de ser uma adulta retardada, ou não hehehe.
Foi importante o jogo limpo da minha mãe principalmente, o famoso: Te amo, mas você vai ter que virar. Foi maravilhoso para mim. Aos meus 18 eu já era arrimo de família e pude mudar a realidade deles um pouco juntamente com meus irmãos. Pena que 4 anos depois a minha mãe faleceu. Gostaria muito de dar muitas coisas a ela, mas a vida é assim, dá e tira e vc tem q seguir sangrando ou feliz.
Como há males que vem para o bem, até hoje eu e meus irmãos somos muito parceiros. Gostaria de falar particularmente de cada um, mas não é o caso. Contudo, eu assumi um papel de responsabilidade em minha família que sinceramente, não gostaria. Assim como no filme.
Essa mistura de filme com a minha vida está parecendo Dostoiévsky hahaha. Houve muita identificação, assim creio que seja com a vida de muitas pessoas. É tudo misturado, eu quero lembrar do que estou sentindo.
Muitas decisões nos aprisionam ao invés de libertar. A vontade de partir e ter uma vida diferente liberta. Mas o quanto aprisiona com a culpa e a confusão na cabeça por levar um estilo de vida que, apesar de ser o que se deseja no momento, não se completa pela caminho não ter sido da forma que queríamos? Uma violência contra nós mesmos e por nós legitimadas. Isso se repete em vários momentos, em muitos fragmentos da nossa vida.
O filme é despretensioso e não finaliza com nenhuma lição de moral, mas a minha visão sobre a Jeannette é que ela é forte. Forte pela coragem de ser sensível, empática e vulnerável. Vulnerável no sentido de ser criativa, transformadora e saber lidar com as dificuldades. Hoje eu tenho uma nova visão do que é ser forte.
Esse filme me deu uma vontade doida de escrever. Esse blog me permite escrever do jeito que eu quiser, da forma que me vem o pensamento. Por um momento achei que ele havia sido cancelado, porque eu o escondi e não o encontrava. Feliz de revê-lo. Saudades de mim.
Sabbra.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
É bobeira acreditar que a felicidade virá todos os dias nos encontrar. Todos os dias inteirinhos, cada segundinho. Mas também não se pode deixar de ver que o mundo é maravilhoso e conspira ao nosso favor, se sabemos ao menos o que queremos ao nosso favor. Difícil é quando lutamos contra nós mesmos. Tomar o curso da vida para um caminho que não queremos e depois culpar as circunstâncias, o outro, não é um ato lá muito bonito.
"É muito fácil sermos fortes quando estamos em meio a muitas pessoas, quando as coisas estão caminhando conforme nosso desejo.
A grande dificuldade é mantermos a nossa determinação firme quando tudo caminha para um rumo não esperado ou quando estamos sozinhos.
Nitiren Daishonin nos ensina que quando as pedras caírem na nossa cabeça, precisamos ter força para ficar de pé, e fazer delas a escalada para a nossa evolução, para o nosso desenvolvimento." BS 2006.
É muito bom viver aqui, neste mundo, o problema é que algumas pessoas o deixam um tanto estranho.
É ruim perder o que a gente ama muito. Não é questão de desistir, mas também, acredito que nem toda a desistência seja um ato de covardia. No entanto, algumas chegam a ser criminosas.
O ser humano é um bicho complexo. Tentar ser prático muitas vezes é tolice, mas complicar mais as coisas também é. É ruim quando não se sabe o que fazer e tentar fazer de formas diferentes o que não muda, porque... quem tem que mudar é a gente.
Mas o mais difícil é que, ao passo de querer fazer tanta coisa, mudar tantas coisas também gostaria de preservar o que me fez feliz em algum momento e isso já não dá mais, porque não há mais o que se descobrir em mim, não há mais inspiração, nem paixão... rien
Si un jour la vie t'arrache à moi,
Si tu meurs, que tu sois loin de moi,
Peu m'importe, si tu m'aimes,
Car moi je mourrais aussi.
Nous aurons pour nous l'éternité,
Dans le bleu de toute l'immensité,
Dans le ciel, plus de problèmes.
Mon amour, crois-tu qu'on s'aime?
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
É estranho imaginar como o amor e a dor dormem no mesmo quarto e como facilmente um acorda o outro. Sinto vontade de dizer tantas coisas e, quando estamos tristes, as palavras ficam mais intensas, muitas vezes, mais bonitas... mergulhamos no fundo do nosso eu quando estamos chateados com algo. Quando não, queremos viver, viver, viver e felizmente não há tempo para pensar na vida. Vou me conter, não porque eu não tenha o que escrever, mas por haver coisas que não devem ser escritas mesmo...
O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo.Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender ...
O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar ...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência, não pensar...
Solidão não tem depois... mas a vida, ah, a vida... só é possível reinventada.
nós olhamos para o sol e fizemos uma promessa, uma promessa de que esse mundo nunca nos cegaria. Essas são nossas palavras, nossas palavras eram nossas musicas, nossas musicas eram nossas orações, essas orações me mantém forte
Amorzão, desculpe as confusões. Acho que esse poema combina com a gente.
Obrigada pelo final de semana, por ontem, por hoje, por sempre.
No final eu só quero gritar que te amo, não para que todas as pessoas saibam, mas para ter certeza que ecoará infinitamente no universo.
Amo - te bichinho with laser da minha floresta encantada.
"Se o amor for grande,
A espera não será eterna,
Os problemas não serão dilemas,
E a distância será vencida.
Se a compreensão insistir, As brigas fortalecerão-nos, Os fatos farão-nos rir, E os diálogos marcarão-nos.
Se o respeito prevalecer,
Os carinhos serão doces e suaves,
Os beijos profundos e cheios de valor,
E os abraços calorosos e confortantes.
Se a confiança existir,
A dúvida se extinguirá,
As perguntas serão respondidas,
E as palavras poderão ser ditas.
Talvez não seja um amor eterno.
E não é um amor doentio,
Nem um amor ideal.
Mas um amor verdadeiro.
Aquele que vence as barreiras
Impostas pela vida e pelas ocasiões.
Aquele que não teme a escolha,
E faz a opção de simplesmente
Ser intensamente vivido".
O dia de hoje foi tão bom que lembrei de todos os outros dias maravilhosos ao lado dos meus amigos, da minha família, dos meus amores dissabores.
A glória da amizade, não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso e nem mesmo a delícia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você. ( Ralph W. Emerson).
A citação acima é a mais pura verdade. Porém, confesso que é muito bom receber de um amigo a mão estendida, o sorriso carinhoso e/ou a delícia da companhia.
Eu sei que o tempo e as mudanças da vida contribuem para que nos afastemos dos nossos amigos. Confesso também que muitas vezes eu não me esforço para estar junto deles, ou pela falta de tempo, ou pelos compromissos "inadiáveis" e assim eu deixo de lado o velho e bom calor humano.
E é tão estranho como nos sabotamos... pois ao mesmo tempo em que nos doamos muito para tudo o que desejamos ou em prol de algo que até mesmo envolve pessoas, esse "tudo" é nada se caminhamos sozinhos. Óbvio que amanhã é segunda, volto à rotina e tudo o que eu escrevi aqui praticarei inversamente, continuando no meu isolamento rotineiro e mundano hahaha. Pois é, a graça da vida está na cretinagem hahaha, mas voltando...
Só que quando olho para trás ou para frente, e sinto dor, ou medo, ou nostalgia, ou dúvida, sempre há aquela segunda opinião do amigo zoeiro, do mais sério, do mais sensato e do mais louco... de tudo um pouco que ajuda a construir a meg que sou a partir daquele momento.Bom ou ruim, sou um pouco de cada um dos meus amigos e isso alivia aqui, no meu peito. São meus heróis! São meus malditos preferidos!
Independente do que acontecerá no futuro, se choraremos ou riremos juntos, se sumiremos ou caminharemos juntos até o final da vida (espero que sim), cada momento, cada sorriso, abraço, silêncio, vale a pena quando estou perto dos meus amigos.
Isso faz com que eu faça jus por onde e de que forma caminharei de agora em diante... e a dificuldade, o tempo e a mudança, jamais excluirá a felicidade do que é vivido.
E aí sim, vem essa inspiração espiritual em sua mais pura plenitude.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Adoro essa musica e o estilo retrobrega do clipe mesmo lembrando de vários filmes quando o assisto. Começando pela noiva do chuck logo de incio e o protagonista (no caso do clipe) que ainda não se decidiu se será o Jason ou o fantasma da ópera num cine privê. Acredito que pelo jeito dele, será o fantasma da ópera. Jason é mais intenso, ele nao procuraria a Laura antes de sua motosserra, machados e seus outros brinquedinhos.
Essa foi a trilha sonora da minha vida esta semana, onde eu viajo nos meus sonhos e desejos (hummmmm) após as 18h00 somente hahahaha. Mas diferente dela, eu não vejo a hora de me encontrar com o meu gostoso, o fofo e cheiroso travesseiro.
Aproveito também para estreiar o esmalte que minha sobrinha Kate deu. Usarei - o também no primeiro treinamento do meu grupo de idiomas o ano que vem, cujo uniforme é calça preta e camiseta lilás. Vai combinar, um luxo!
Pena que não estou com as unhas compridas na foto abaixo, fica muito mais legal, mas em janeiro, em janeiro....
No mais, eu digo que não vejo a hora de passar as festas de final de ano, pois não sou muito chegada a esse lance de compaixão e reflexão. hahahaha
Na verdade até sou mas não em datas determinadas.
Começo o post com uma coisa, termino como outra. Pensamento a mil, mas se for ver... reflete o que o clipe passa: época, cores, pessoas... enfim... é tudo uma putaria só.
Minha conterrânea, Maria Gadu, foi morar no rio em 2008 e já tem TODO o sotaque carioca. Que bom que ainda vejo similaridades nos trejeitos e o visual, meio punk rock, meio andrógino hahaha. Mas, o importante é que ela canta muito. Voz linda.
“No Caminho do Bodhi, não há alguém que retorne. Oh bom homem! Aquele que se arrependeu após ter começado, agora vê os que foram antes e que obtiveram tesouros, os vê voltarem imperturbáveis, e fazerem oferecimentos aos seus pais, darem aos seus parentes, desfrutando de muita paz. Ao ver isto, um fogo queima novamente em sua mente, ele adorna o seu corpo, reinicia no caminho outra vez, não mede esforços, enfrenta todos os tipos de dificuldades, e vai à Montanha dos Sete Tesouros.”
Como eu sou fã do Tarantino e Scorcese (talvez seja por causa do aspecto mafioso que rodeia seus filmes), vou colocar alguns filmes que assisti do Tarantino e recomendo, sendo ele diretor, produtor ou roteirista. Afinal, em muitos dos seus filmes, Tarantino coloca o poder nas mãos das mulheres, assim como o escritor Sidney Sheldon também faz. A diferença é que Tarantino usa o realismo fantástico. Geralmente gostosonas de todas as etnias que batem muito ou ingênuas assassinas. Não tem muito dó e abusa da violência, da vingança, da corrupção, da falta de saída e todos os requintes que enriquecem essas ações. Que eu me lembre, o único que eu não gostei dele foi "Cães de aluguel", porém, foi um sucesso.
Sin City - A cidade proibida (adorei) Bastardos Inglórios (adorei) Jackie Brown À prova de morte Pulp Fiction Kill Bill 1 e 2 (óbvio) Assassinos por natureza O albergue Eles matam e nós limpamos
Mas não é sobre o finado RPM que eu quero discorrer e sim, por um passeio muito gostoso que tive na cerimonia de finados (só escrevo três dias depois, que lerda). Um lindo lugar, um passeio gostoso.
Tive o prazer de estar com quase metadade da família e alguns amigos que tenho no coração. Foi feita a cerimônia de shokô e tivemos a oportunidade de oferecer cinzas à minha mãe (das cinzas, as cinzas hehehe) no Palácio Memorial da Paz Eterna, em Itapevi / aldeia da serra e depois saímos para explorar o matagal, com paisagens lindas e um dia igualmente lindo. O mais interessante é que sempre garoa no dia de finados e este não, foi um dia maravilhoso. Embora não estejam todos que eu gostaria que estivessem presentes na foto, estão sempre presentes no meu coração.
Sei que minha mãe sentiu nossa boa energia. Se há conexão com os mortos, então que nossa energia seja sempre assim, que emana alegria e felicidade.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Acho que toda juventude já pegou para si as palavras do Paulo Ricardo no início do vídeo.O importante é não ficar parado e no final, as bandas de rock, a música, serve para amenizar a dor, pq dá melodia ao que queremos gritar.
Toquem, o meu coração. Façam, a revolução. Que está no ar, nas ondas do rádio. No submundo repousa o repúdio. E DEVE DESPERTAR.
Ontem, dia 02, estava voltando de Barueri de uma cerimônia de finados. Foi também o dia do tal do zombie walk... que uma galera sai nas ruas vestida de morto ou algo que o valha e tal...ae tinha um povinho na Santa Cecília assim, uma menina toda maquiada, lente e tal... olhando feio para nós... balancei a cabeça e ri. A Geisa comentou: Eles acham que são maus. Eles não sabem o que é ser realmente do mal, eles não conheceram o madame satã huahauahua.
é verdade, óbvio que nunca foram hahaha, mas o seu comentário curioso me fez refletir se é pra eu ter vergonha ou orgulho de ter frequentado o madame hahahahaha.
Não são somente as empresas de cartão de crédito que gostam de mim e me enviam carta sempre.
Essa é uma pequena amostra de algumas cartas que recebo dos meus amigos. Adoro trocar cartas. Dedicatórias e bilhetes são cartas da mesma forma. Li e reli muitas vezes, todas as cartas. As vezes faço isso, então, sinto - os próximos novamente, porque esse sentimento não morre né? O tempo passa, muda, mas o amor de amigo, segue em frente com sua vida, porém nunca morre.
Segue alguns trechos de cartas que recebi:
Adriano
"Outro dia, estavam comentando comigo sobre gostos exóticos e eu disse que gostava de comer banana amassada com maionese (...)Meg, você sabe qual é a coisa mais importante do mundo? Eu te respondo: São as pessoas. Tudo o mais é substituível, mas uma pessoa é única e elas, de um jeito ou de outro, cada um da sua maneira, querem ser felizes..."
Allan mocoronga
"Tenho dividido meu caminho entre alegrias, decepções, mudanças, vitórias e poucas ressacas. Bem, isso pelo menos por enquanto. Algumas dores de cabeça de vez em quando, acho que preciso de óculos ou de álcool. (...) Sabe Meg, estou com tanta saudade de você! Da gente, saca? Penso muito em você sua palhaça. Sabe, penso muito em voltar Meg, [para SP] faço planos, desejo e confesso que não sei".